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Histórico do gato
Apesar de seus ancestrais existirem há mais de 12 milhões de anos, os gatos tornaram-se domesticados há cerca de 4 mil anos.
Os antigos egípcios foram os primeiros a usá-los no controle de animais daninhos que atacavam seus estoques de grãos.
No Egito, o gato era reverenciado como um deus. Foi na forma de um gato que o grande deus sol Rá venceu Apep, a serpente da escuridão.
A deusa Bast ou Pasht ou Bastet era representada por uma gata ou pela cabeça de uma gata. Bast tornou-se tão importante que, os gatos passaram a ser venerados por todo o Egito. Os egípcios achavam que ter um gato em casa era garantia de muitos filhos na família, porque a deusa Bastet era também a deusa do amor e da fertilidade.
Comê-los ou matá-los era considerado um crime.
Quando um gato doméstico morria no Egito antigo, os donos raspavam as próprias sobrancelhas em sinal de luto .
Os gatos no Egito eram mumificados e enterrados formalmente. Era ilegal contrabandear gatos para fora do Egito.
Na Idade Medieval a Igreja Católica associou o gato a satanás e, portanto, às bruxas. Dessa forma, gatos, principalmente de pelagem preta, foram perseguidos e sacrificados largamente.
O Renascimento foi considerado uma época áurea para os gatos - quase todas as residências tinham um, dos castelos aos casebres na periferia das cidades.
A partir do século XVIII voltaram a ser populares e adorados como animais domésticos.